Isabela Caldas
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| Na Av. Conde da Boa Vista, passageiros aguardam para entrar no trasporte, que já está bastante lotado. Foto: Isabela Caldas |
A estudante Marina Assunção moradora do município de
Itapissuma, na RMR, sofria pelos dois motivos. Ela chegava a pegar seis
ônibus por dia no trajeto de 38 km entre sua casa e a faculdade, que fica no
centro do Recife. Marina gastava mais de 5 horas por dia somente para se
deslocar de um ponto a outro. “A quantidade disponibilizada de ônibus pra cá é pouquíssima. Pra chegar de 8 horas no centro do
Recife, tenho que sair de casa às 5:30h, caso contrário, não chego a tempo de
assistir a aula.”, comenta a estudante. Ela também acredita que o fato dos
intervalos de espera entre um ônibus e outro serem muito grandes, acabam
gerando uma superlotação em todas as linhas nos horários de pico. Por esses
motivos, hoje Marina prefere ir à faculdade de carro. Esta medida reduziu o
tempo dos 38 km de deslocamento em menos da metade, atualmente, a estudante
gasta apenas 2 horas por dia no trânsito.
Muitos enfrentam diariamente dificuldades parecidas, confira:
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